Proliferação desgovernada de mosquitos – Com a chegada do verão e, consequentemente, das altas temperaturas, um problema recorrente volta a preocupar moradores de São José, na Grande Florianópolis: a proliferação intensa de mosquitos e pernilongos. Além disso, a combinação de calor com áreas arborizadas, lagos, rios e florestas que cercam diversos bairros cria um ambiente extremamente favorável para a multiplicação desses insetos, elevando o risco de doenças como a dengue e outras viroses.
Atualmente, nos bairros Forquilho e Forquilinhas, a situação tem gerado queixas constantes da população. De acordo com relatos colhidos pela reportagem, todos os dias, a partir das 17h, forma-se uma verdadeira “nuvem” de mosquitos ao redor das residências. Como resultado, torna-se difícil manter portas e janelas abertas, comprometendo o conforto e, principalmente, o sono das famílias, em especial das crianças.
Moradores de São José cobram ações do poder público
Diante desse cenário, alguns moradores relataram que a quantidade de pernilongos é insuportável. Por esse motivo, muitas famílias passaram a instalar telas em portas e janelas na tentativa de bloquear a entrada dos insetos. No entanto, mesmo com essas medidas, o problema persiste.
Segundo informações repassadas à reportagem, um casal afirmou que os filhos chegaram a apresentar hematomas nas pernas após sucessivas picadas. Nesse sentido, cresce a preocupação com possíveis complicações à saúde, sobretudo com o avanço da dengue e de outras doenças transmitidas por mosquitos.
Enquanto isso, moradores apontam a falta de ações mais efetivas por parte do poder público municipal. Em comparação com outros municípios brasileiros, São José não estaria adotando medidas como a pulverização de inseticidas, prática utilizada para conter a proliferação descontrolada desses insetos em períodos críticos.
Dessa forma, a situação da proliferação se torna um alerta para a administração municipal e para os órgãos de Saúde de Santa Catarina. Por fim, a população solicita o envio urgente de equipes técnicas aos bairros afetados, a fim de identificar focos de proliferação e agir preventivamente, evitando que o problema se agrave e resulte em surtos de doenças.
Redação: Agnaldo Silva